Unifesspa passa a integrar rede internacional Grupo Tordesilhas
A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) agora integra o Grupo Tordesilhas, rede internacional que reúne universidades do Brasil, Portugal e Espanha. A admissão da instituição foi aprovada por unanimidade durante o XXIV Encontro de Reitores, realizado entre 9 e 11 de novembro, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte.
O pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação Tecnológica (PROPIT), professor Denilson da Silva Costa, foi quem representou a Unifesspa no evento, que reuniu dirigentes das instituições-membro para discutir agendas estratégicas de cooperação, definir prioridades temáticas e apresentar novos programas conjuntos de internacionalização.
Criado em 2000, o Grupo Tordesilhas tem como objetivo fortalecer a integração acadêmica entre os três países por meio de intercâmbio de estudantes, mobilidade docente, cooperação científica e desenvolvimento de projetos colaborativos. O nome da rede faz referência ao Tratado de Tordesilhas, de 1494, marco histórico das relações entre Portugal e Espanha.
Com a entrada no grupo, a Unifesspa amplia suas oportunidades de internacionalização e passa a integrar uma rede que reúne algumas das principais universidades ibero-americanas. A proposta é ampliar a circulação de pesquisadores, estimular parcerias internacionais e fortalecer o papel da universidade amazônica nos debates científicos globais.
Para a Unifesspa, a participação no Grupo Tordesilhas reforça o compromisso institucional com a cooperação internacional, a formação avançada e a construção de pontes entre a Amazônia e a comunidade acadêmica da Península Ibérica. Segundo Denilson, trata-se de uma oportunidade estratégica para conectar a universidade, situada no coração da região mais biodiversa do planeta, às agendas globais de cooperação, pesquisa e inovação.
“É uma grande satisfação integrar o Grupo Tordesilhas. A entrada da Unifesspa na rede fortalece nosso processo de internacionalização e amplia a visibilidade da produção científica desenvolvida na Amazônia”, destaca Costa.

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