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Fecampo

Seminário “Ataques do Fascismo neoliberal - a resistência da universidade, Educação do Campo e povos da Amazônia” acontece nos dias 04 e 05

  • Publicado: Terça, 05 de Julho de 2022, 13h37
  • Última atualização em Terça, 12 de Julho de 2022, 23h20
  • Acessos: 122

FecampoSeminário organizado pela Fecampo com a temática “Ataques do Fascismo neoliberal - a resistência da universidade, Educação do Campo e povos da Amazônia” acontece nesta segunda e terça-feira (04 e 05) no auditório do Campus 3 da Unifesspa. Na ocasião houve o lançamento de 4 obras que trazem abordagens debatidas no seminário. Os livros são: “Vozes afroamazônidas – entre rios, terras e afetos”; “Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na universidade – língua como linha de força do dispositivo colonial”; “Mulheres Amazonidas – econofeminismo, mineração e economias populares” e “Horizontes Amazônicos – para pensar o Brasil e o mundo”.

No primeiro dia (04.07) o evento iniciou com a mesa de abertura, às 9h, cuja temática foi: As ameaças do Ensino Superior no contexto neoliberal e o papel da Universidade Pública na Amazônia. O período da tarde, às 14h, teve início o Café literário, com a apresentação dos livros.

 A programação continuou nesta terça-feira (05) com a Mesa de Diálogo, às 9h, que trouxe a temática: “Educação do Campo e as ameaças do neoliberalismo”. Às 16h o diálogo abordado foi a “(Re)Existência dos povos na Amazônia frente a nova-velha ordem fascista”.

Entre os livros apresentados no evento está o “Vozes afroamazônidas – entre rios, terras e afetos”, organizado por Girlian Silva de Sousa, Lilian Regina Furtado Braga, Lina Alessandra Caripuna, Danielle de Jesus Andrade, Andressa Sousa da Silva, Luane Fróis da Silva, Ingrid Sabrina Batista Costa, Kerlanny do Amaral Sousa, Eloisa Brito Barbosa, Isabelle de Oliveira Costa.

Também foi apresentado ao público o livro “Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na universidade – língua como linha de força do dispositivo colonial”, escrito por Flávia Marinho Lisbôa.

Café literário

Outra obra lançada durante o seminário foi “Mulheres Amazonidas – econofeminismo, mineração e economias populares”, organizado por Tatiana Oliveira, e teve como gestora editorial a Lívia Alcântara; já a revisão textual foi feita por Ana Carolina Sá Gomes; o projeto gráfico foi realizado por Olivia Ferraz e a ilustração por Beatriz Belo. O livro traz a reflexão do coletivo sobre as experiências de luta e resistência de mulheres que vivem em territórios impactados pela mineração no sudeste do Pará. Dando foco a cidade de Canaã dos Carajás, Marabá e Parauapebas. A proposta do livro é “fortalecer uma narrativa crítica ao avanço da economia extrativa na Amazônia, em particular, no que diz respeito à grande mineração impulsionada por empresas nacionais e estrangeiras”, como descreve a introdução da obra.

O quarto livro apresentado durante o evento foi o “Horizontes Amazônicos – para pensar o Brasil e o mundo”. A obra foi escrita por Bruno Malheiro Carlos, Walter Porto-Gonçalves e Fernando Michelotti.

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